Como funciona a numeração de RPS na emissão de NFS-e em lote
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Toda NFS-e nasce de um RPS (Recibo Provisório de Serviços), identificado por uma série e um número sequencial. Quando a emissão acontece em lote, por planilha, esse contador precisa avançar de forma consistente, mesmo quando uma nota do meio do lote é rejeitada. É um detalhe fácil de errar em uma integração própria, e é tratado automaticamente na emissão por planilha.
Por que isso importa
Se o número do RPS avançasse a cada tentativa de emissão, independente do resultado, uma nota rejeitada deixaria um número pulado na sequência, sem nota nenhuma associada a ele. Isso não é só uma questão estética: a sequência de RPS costuma ser auditada, e um número pulado sem explicação gera dúvida desnecessária.
Como funciona
- Cada empresa emissora tem sua própria série e seu próprio contador de RPS, configurados uma vez na configuração fiscal, não por planilha.
- O número só avança quando uma nota é efetivamente autorizada no Ambiente Nacional.
- Uma nota rejeitada não consome o próximo número: ele continua disponível pra próxima tentativa, seja um reenvio da mesma nota corrigida, seja outra nota do mesmo lote.
- Ao emitir várias notas de uma vez, cada uma recebe o próximo número disponível, na ordem em que é processada, sem exigir controle manual desse contador na planilha.
Perguntas frequentes
Preciso informar o número do RPS na planilha?
Não, na emissão normal. O número é atribuído automaticamente pela plataforma. Só em casos específicos de correção de uma nota já rejeitada é que o número de RPS aparece editável, pra ajustar manualmente se necessário.
Uma nota cancelada libera o número do RPS de volta?
Não. Cancelamento é diferente de rejeição: a nota chegou a ser autorizada, então o número já foi usado de fato. Veja como funciona o cancelamento de uma NFS-e já emitida.
Esse controle de numeração faz parte do fluxo padrão de emissão de NFS-e em massa por planilha na IntegroBR Recebidas.
