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NFS-eEmissãoRPS

Como funciona a numeração de RPS na emissão de NFS-e em lote

· 5 min de leitura

Toda NFS-e nasce de um RPS (Recibo Provisório de Serviços), identificado por uma série e um número sequencial. Quando a emissão acontece em lote, por planilha, esse contador precisa avançar de forma consistente, mesmo quando uma nota do meio do lote é rejeitada. É um detalhe fácil de errar em uma integração própria, e é tratado automaticamente na emissão por planilha.

Por que isso importa

Se o número do RPS avançasse a cada tentativa de emissão, independente do resultado, uma nota rejeitada deixaria um número pulado na sequência, sem nota nenhuma associada a ele. Isso não é só uma questão estética: a sequência de RPS costuma ser auditada, e um número pulado sem explicação gera dúvida desnecessária.

Como funciona

Quem monta a própria integração via API costuma descobrir esse detalhe só depois de um erro real de sequência. Na emissão por planilha, esse controle já vem pronto, sem exigir nenhuma coluna extra pra numeração na planilha.

Perguntas frequentes

Preciso informar o número do RPS na planilha?

Não, na emissão normal. O número é atribuído automaticamente pela plataforma. Só em casos específicos de correção de uma nota já rejeitada é que o número de RPS aparece editável, pra ajustar manualmente se necessário.

Uma nota cancelada libera o número do RPS de volta?

Não. Cancelamento é diferente de rejeição: a nota chegou a ser autorizada, então o número já foi usado de fato. Veja como funciona o cancelamento de uma NFS-e já emitida.

Esse controle de numeração faz parte do fluxo padrão de emissão de NFS-e em massa por planilha na IntegroBR Recebidas.

Monitorar minhas NFS-e recebidas e emitidas