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NF-eCT-eConciliação fiscal

Erros comuns ao consultar NF-e e CT-e

· 5 min de leitura

A consulta de NF-e e CT-e parece simples na teoria, mas alguns erros recorrentes fazem empresas perderem documentos ou acumularem retrabalho na conciliação. Veja os mais comuns.

Tratar NF-e, CT-e e NFS-e como a mesma consulta

Os três documentos tramitam em infraestruturas separadas: consultar um não traz os outros dois. É comum uma empresa achar que, por já monitorar NFS-e, também está coberta para NF-e e CT-e, quando na prática são três configurações distintas.

Não repetir a consulta com regularidade

A consulta manual só traz o que existe até aquele momento: um documento emitido depois da última consulta só aparece na próxima vez que alguém repetir a busca. Sem uma cadência definida, o intervalo entre consultas vira o tempo que um documento pode ficar sem ser percebido.

Ignorar o lado emitido

É comum acompanhar só o que a empresa recebe e assumir que o que ela mesma emite já está automaticamente correto, só porque passou pelo próprio ERP. Como visto em NF-e e CT-e emitidas, confirmar o lado emitido do lado da SEFAZ é o que pega falhas de transmissão que o ERP sozinho não mostra.

Não guardar o resultado da consulta

Perguntas frequentes

Consultar com muita frequência traz algum problema?

Consultas excessivas em curto intervalo podem esbarrar em limites de uso dos webservices da SEFAZ. O ideal é uma cadência regular e razoável, não repetição constante sem necessidade.

Automatizar essa consulta evita a maior parte desses erros, já que remove a dependência de alguém lembrar de repetir manualmente. A IntegroBR monitora NF-e, CT-e e NFS-e continuamente, guardando o histórico de tudo que foi encontrado.

Monitorar minhas NFS-e recebidas e emitidas