Erros comuns ao consultar NF-e e CT-e
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A consulta de NF-e e CT-e parece simples na teoria, mas alguns erros recorrentes fazem empresas perderem documentos ou acumularem retrabalho na conciliação. Veja os mais comuns.
Tratar NF-e, CT-e e NFS-e como a mesma consulta
Os três documentos tramitam em infraestruturas separadas: consultar um não traz os outros dois. É comum uma empresa achar que, por já monitorar NFS-e, também está coberta para NF-e e CT-e, quando na prática são três configurações distintas.
Não repetir a consulta com regularidade
A consulta manual só traz o que existe até aquele momento: um documento emitido depois da última consulta só aparece na próxima vez que alguém repetir a busca. Sem uma cadência definida, o intervalo entre consultas vira o tempo que um documento pode ficar sem ser percebido.
Ignorar o lado emitido
É comum acompanhar só o que a empresa recebe e assumir que o que ela mesma emite já está automaticamente correto, só porque passou pelo próprio ERP. Como visto em NF-e e CT-e emitidas, confirmar o lado emitido do lado da SEFAZ é o que pega falhas de transmissão que o ERP sozinho não mostra.
Não guardar o resultado da consulta
- Consultar sem registrar o que foi encontrado torna impossível provar depois o que foi ou não verificado num determinado período.
- Sem histórico, uma auditoria exige refazer a consulta original, quando isso ainda é possível dentro do prazo de retenção da SEFAZ.
Perguntas frequentes
Consultar com muita frequência traz algum problema?
Consultas excessivas em curto intervalo podem esbarrar em limites de uso dos webservices da SEFAZ. O ideal é uma cadência regular e razoável, não repetição constante sem necessidade.
Automatizar essa consulta evita a maior parte desses erros, já que remove a dependência de alguém lembrar de repetir manualmente. A IntegroBR monitora NF-e, CT-e e NFS-e continuamente, guardando o histórico de tudo que foi encontrado.
